A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) aprovou nesta quarta-feira (13) dois projetos de lei enviados pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) que atualizam o piso salarial regional e garantem complementação de renda a servidores públicos estaduais que recebem abaixo do novo mínimo. Os novos valores passam a valer a partir do primeiro dia do mês seguinte à sanção do governador. (Grifamos)
O piso salarial do Estado de São Paulo passa a ser de R$ 1.874,36, um reajuste de 3,9% sobre o valor atual de R$ 1.804,00.
O percentual foi calculado com base na variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulada em 2025, índice utilizado como referência para reajustes salariais.
O aumento deste ano é mais modesto do que o do ano passado, quando o reajuste foi de cerca de 10% — percentual que não apenas repôs a inflação como promoveu ganho real de aproximadamente 5% ao trabalhador. O reajuste de 2026 é, portanto, de mera reposição inflacionária, sem ganho real.
O novo piso estadual supera em 13,5% o salário-mínimo nacional, fixado em R$ 1.621,00. É uma diferença de R$ 253,36. O mínimo paulista vale para trabalhadores do setor privado sem piso definido em lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho.
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