Representantes de sindicatos de trabalhadores defenderam a redução da jornada máxima semanal no País como estratégia para melhorar a saúde mental, o tempo de convívio familiar e a eficiência dos trabalhadores brasileiros.
Em debate na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados , a CCJ, o consenso entre as entidades é de que o “mundo ideal” seria a redução para 36 horas. No entanto, o apoio imediato vai para a proposta de 40 horas semanais, com duas folgas e sem redução de salário.
A reunião foi proposta pelo deputado Paulo Azi (União-BA), relator na CCJ de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que pretendem extinguir a escala 6×1 e reduzir a jornada semanal.
Azi questionou os debatedores sobre possíveis impactos na economia, nos custos das empresas e na informalidade. E abordou ainda a capacidade de micro e pequenas empresas de absorverem as mudanças.
Da Rádio Câmara, de Brasília, Murilo Souza.
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